Distrito de Calama, está localizado a margem direita do Rio Madeira. Com uma população aproximadamente de 3.000 habitantes, onde vivem da pesca e da agricultura, tem um grande potencial turístico a ser explorado, sendo uma das maiores potências do futebol entre os Distritos. Esse esporte nos últimos anos vem sofrendo influências de algumas pessoas que realizam nos finais de semana rachões, onde são apostados bebidas alcoólicas, levando os jovens a “bebedeira” sem medir as conseqüências causadas por esses produtos.
Poucos são os jovens que nunca experimentaram bebidas alcoólicas, e fazem o uso de outras drogas, como a maconha, cocaína e o crack, que chegaram em nosso Distrito, e estão deixando os moradores desesperados com o mal que isso está causando a este “paraíso”.
A equipe do BOTO ROSA NOTÍCIAS realizou uma série de entrevistas, envolvendo usuários de drogas e autoridades do nosso distrito, afim de alertar do grande problema que a população calamense vem enfrentando nesses últimos anos. O tráfico de drogas, o abuso da violência e a corrupção de menores são os temas centrais desta e das próximas edições de O BOTO ROSA NOTÍCIAS.
Nossa equipe entrevistou dois usuários de drogas, que por conveniência, serão identificados com as letras X e Y. Dos mais diferentes tipos de drogas existentes, são citados pelo usuário Y, a Maconha, Cocaína, Crack, Chá da Pampoula, Haxixie e Cola de Sapateiro que fazem parte do cotidiano do Distrito de Calama. Entretanto, as mais consumidas são a maconha e a cocaína. Algumas situações desesperadas de mães que acorrentam seu próprio filho ou constroem prisões em suas casas para livrá-los da morte de traficantes ou da própria droga (overdose).
Desta forma, seu uso afeta não só o usuário mas a família, tanto social como economicamente. Muitas das vezes o uso inicia-se por influências de amigos, algum tipo de problema familiar ou simplesmente achando que essa é a saída mais fácil para fugir da realidade dos problemas.
A equipe do BOTO ROSA NOTÍCIAS realizou uma série de entrevistas, envolvendo usuários de drogas e autoridades do nosso distrito, afim de alertar do grande problema que a população calamense vem enfrentando nesses últimos anos. O tráfico de drogas, o abuso da violência e a corrupção de menores são os temas centrais desta e das próximas edições de O BOTO ROSA NOTÍCIAS.
Nossa equipe entrevistou dois usuários de drogas, que por conveniência, serão identificados com as letras X e Y. Dos mais diferentes tipos de drogas existentes, são citados pelo usuário Y, a Maconha, Cocaína, Crack, Chá da Pampoula, Haxixie e Cola de Sapateiro que fazem parte do cotidiano do Distrito de Calama. Entretanto, as mais consumidas são a maconha e a cocaína. Algumas situações desesperadas de mães que acorrentam seu próprio filho ou constroem prisões em suas casas para livrá-los da morte de traficantes ou da própria droga (overdose).
Desta forma, seu uso afeta não só o usuário mas a família, tanto social como economicamente. Muitas das vezes o uso inicia-se por influências de amigos, algum tipo de problema familiar ou simplesmente achando que essa é a saída mais fácil para fugir da realidade dos problemas.
Alguns efeitos da Maconha podem incluir
percepção alterada da realidade, euforia leve, sensação de bem-estar,
relaxamento e redução de estresse, letargia, aumento na percepção do humor,
música ou arte, jovialidade, metacognição e introspecção, aumento da lembrança
de memória episódica, aumento da sensualidade, aumento da percepção sensorial
tátil, aumento da libido. Em contrapartida, ocorrem falhas na memória recente,
taquicardia, xerostomia, paranóia, agitação, falta de coordenação motora, dependência psicológica, bronquite
e tosse.
-
Usuário X: “As drogas chegam aqui em Calama da forma mais simples que se imagina . O único meio de chegar em Calama é de Porto Velho pelos barcos. Aqui é vendido por duas pessoas, uma que mora no bairro São José e outro no bairro São Francisco isto eu te posso garantir.”
Nossa equipe entrevistou o comandante da Polícia Militar de Calama, o Sgt. Marcelo Soares, que relata a grande dificuldade de se realizar prisões e apreensões.



